Informação sobre sífilis, causas, sintomas e tratamento da sífilis, abordando a a sífilis primária, secundária, terciária e sífilis congênita, identificando procedimentos para a sua cura e apresentando métodos de prevenção para diminuir a sua ocorrência.


Conhecendo a sífilis

A sífilis é uma doença sistêmica desde o início, sendo causada pela espiroqueta Treponema pallidum (T. pallidum). A infeção pode ser classificada como congênita (transmitida de mãe para filho no útero) ou adquirida (por via sexual ou transfusão de sangue). 
Sífilis adquirida é dividida em sífilis precoce e tardia. Sífilis inicial abrange as fases latentes primária, secundária e precoce. A sífilis tardia refere-se a sífilis latentes tardias, sífilis gomosas, neurológicas e cardiovasculares.
Sífilis primária é caracterizada por uma úlcera ou cancro no local de infeção ou inoculação. Manifestações da sífilis secundária incluem irritação da pele, condilomas de modo lato, lesões mucocutâneas e linfadenopatia generalizada. 
Como o próprio nome indica, a sífilis latente não tem manifestações clínicas. Sífilis latente precoce é a infeção de duração inferior a dois anos. Uma infeção de duração superior a dois anos, sem evidência clínica de infeção treponema, é conhecida como sífilis latente tardia. A Organização Mundial de Saúde baseou esta divisão no contágio da sífilis, e na sua resposta à terapia. Os estágios iniciais são mais infeciosos, mas respondem melhor ao tratamento.
Na fase inicial da sífilis primária, os testes cardiolipin/não-treponêmicos, efetuados em laboratório de investigação de doenças venéreas (VDRL), reagina plasmática rápida (RPR), e testes rápidos Reagina plasma (RPR) podem ser negativos, e devem por isso, não ser interpretados como ausência de infeção por sífilis.

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